Mais um semestre: mais Psicologia, mais amor

É a minha primeira semana de férias e meu coração, junto com o corpo carpediando merecido descanso, se sente grato e contente por mais um semestre de graduação. Outro semestre que termina e deixa o legado de suas experiências na bagagem da história de minha formação. A equação é bem essa: mais um semestre = mais psicologia e mais amor.

Relembrar momentos marcantes é sorriso na certa e sensação de dever cumprido. Antes mesmo do início do primeiro semestre, as surpresas começaram a bater à porta: conquistei a aprovação na seleção de um projeto no grupo de pesquisa que tinha como uma das metas do ano fazer parte. Nesse projeto, meu plano de trabalho era direcionado a fazer uma das coisas que sempre desejei fazer em Psicologia. Depois, quando as aulas já haviam começado, participei da eleição do diretório acadêmico do meu curso, cuja chapa fora legitimada e agora assume a atual gestão do mesmo, representando das(os) estudantes de Psicologia da universidade. Em Maio, fiz a minha primeira viagem enquanto universitária e participei do meu primeiro congresso da área em Belo Horizonte. E tem o Psyme, claro, que saiu do mundo da imaginação e ganhou um endereço online (breve em www, deixa só eu aprender a usar o wordpress melhor).

Enfim, foram conquistas importantes para a minha formação. Tanta coisa pode acontecer em apenas um semestre! Sem falar de outras realizações e seus significados especiais em minha vida.

Além das conquistas, as experiências possibilitadas e o conhecimento adquirido em diferentes sentidos, e apresentado de diversas formas, me fizeram crescer enquanto psicóloga em formação. Sinto que cresci enquanto ser humano, porque a Psicologia tem esse efeito maravilhoso de me fazer ser e sentir uma pessoa um pouquinho melhor a cada dia.

Nessa relação eu sei que o amor só tende a crescer. Ela faz parte de mim, eu sou parte dela e nos damos bem pra caramba. Haverá momentos em que irei questioná-la, talvez a gente fique de mal por uns dias e corra o risco d’eu discordar de algumas das suas psicologiaS, mas eu a aceito do jeito que ela é e sei que ela também me aceita (e me compreende) bem do meu jeito. Isso é gostar de verdade. Aceitarei ela por X, por Y, mas também, e especialmente, apesar de W, apesar de Z. Darei o melhor de mim a ela e buscarei o que de melhor há nela, especialmente, para os outros.

Juntas, seremos mais fortes.

E esse é só o começo da nossa trajetória.

amor

 

 

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